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Quero expressar o meu contentamento em compartilhar um pouco das minhas práticas nesse espaço, pois as vivenciais com a Rede Magdalena me atravessam profundamente, gratidão a todas, escreve Nazaré (Naná) Sodré da Silva ...

Eu pensei que a pandemia do COVID seria uma oportunidade para dar um novo significado às nossas vidas, que essa pausa forçada nos levaria à reflexão e reparação, não apenas dos danos que fazemos como seres humanos, mas dos danos que infligimos à mãe Terra; que seria uma oportunidade para a reinvenção de nossas vidas e nossas práticas criativas. A verdade é que esse estado de exceção ao qual nossos corpos foram submetidos nessa pandemia global não é o mesmo para todos. E em meio a esse quadro incerto do COVID-19, há outra pandemia não tratada: o racismo estrutural.

Pensé que la pandemia del COVID seria una oportunidad para resignificar nuestras vidas, que esta pausa obligada nos conduciría a una reflexión y reparación, no solo de los daños que nos hacemos como humanidad, sino del daño que generamos hacia la madre tierra; que seria una oportunidad para la reinvención de nuestras vidas y de nuestras practicas creativas. La realidad es que este estado de excepción al que nuestrxs cuerpos han sido sometidos en esta pandemia global, no fue igual para todos. Y en medio de todo este panorama incierto del COVID-19, hay otra pandemia que no ha sido tratada: el racismo estructural.

I thought that the COVID pandemic would be an opportunity to give new meaning to our lives, that this forced pause would lead us to reflection and reparation, not only of the damages that we do as human beings, but of the damages that we inflict on mother earth; that it would be an opportunity for the reinvention of our lives and our creative practices. The truth is that this state of exception to which our bodies have been subjected in this global pandemic, is not the same for everyone. And amidst this uncertain picture of COVID-19, there is another untreated pandemic: structural racism.

Lívia Gaudencio writes about the lessons learned from the workshop "Ikebana, Giving Life to Flowers", led by Carolina Pizarro and Keiin Yoshimura at the 9th Transit festival, "Hope in Action", held in June 2019.

Lívia Gaudencio writes about the lessons learned from the workshop "Ikebana, Giving Life to Flowers", led by Carolina Pizarro and Keiin Yoshimura at the 9th Transit festival, "Hope in Action", held in June 2019.

O solstício de inverno me pareceu mais significativo este ano. Eu comecei a jardinar mais. Além disso, estou muito consciente da escuridão, do frio e do bem-estar com uma pandemia global e com o destaque de séculos de terror através dos atuais protestos #BlackLivesMatter muito presentes em Aotearoa Nova Zelândia.

Este año, el solsticio de invierno me pareció más significativo. Empecé a trabajar más en mi jardín. Además, soy muy consciente de la oscuridad, el frío y el bienestar con una pandemia global y de la llamada de atención a siglos de terror a través de las actuales protestas de #BlackLivesMatter, muy presentes en Aotearoa, Nueva Zelanda.

 

The winter solstice seemed more significant to me this year. I have started gardening more. Plus I am very conscious of darkness, cold and wellbeing with a global pandemic and the highlighting of centuries of terror through the current #BlackLivesMatter protests very present in Aotearoa New Zealand.

Denise the Dinosaur – A Lockdown Creation

 

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